31 de jan. de 2013

FERGS

A FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL – FERGS SOLIDARIZA-SE COM TODOS OS ENVOLVIDOS NO INCÊNDIO EM SANTA MARIA

A Federação Espírita do Rio Grande do Sul e todo o Movimento Espírita Gaúcho solidarizam-se com todos os irmãos envolvidos no incêndio ocorrido na casa noturna Kiss, em Santa Maria/RS. Unimo-nos em rogativas a Deus, a Jesus e aos benfeitores espirituais, somando nossos pensamentos e expressando nossa solidariedade, confiantes na acolhida misericordiosa de todos, bem como no consolo e fortalecimento das famílias envolvidas através da fé, do esclarecimento e da união.

As instituições e os trabalhadores espíritas de Santa Maria/RS somam-se aos voluntários que auxiliam, neste momento, nos mais diversos postos de trabalho. As instituições Lar de Joaquina (Av. Presidente Vargas, nº 1920, Fone 55 32213197) e Abrigo Espírita Oscar José Pithan (Rua Sílvio Romero, nº 413, Bairro Chácara das Flores, Fone 55 32216460) estão mantendo plantão de atendimento fraterno para todas as pessoas que desejem uma conversa privativa, esclarecimento, consolo e acolhimento.

Conclamamos a todos para perseverarmos em prece e em todas as ações que se façam necessárias para a vivência plena e verdadeira do amor, auxiliando com serenidade, equilíbrio e confiança aos nossos irmãos santamarienses e a todos quanto a Providência Divina nos permitir.

Aproveitando a mensagem lúcida e fraterna da Federação Espírita Brasileira, sugerimos a leitura da mensagem ditada pelo Espírito Emmanuel a Francisco Cândido Xavier:

Desencarnações Coletivas (Emmanuel)

Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?

(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).

RESPOSTA:

Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.

Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.

É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.

***

Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.

Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.

Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de

sangue e lágrimas.

Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.

***

Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.

É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.

***

Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.

Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.

(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos. Chico Xavier pede licença. S.Bernardo do Campo: Ed. GEEM. Cap. 19).

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